Foto: Reuters / Sérgio Moraes
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domingo, 2 de janeiro de 2011

Argentina: Dicen que en la Argentina no se combate a los grandes narcos



Un estudio señala que se encarcela a consumidores o pequeños punteros.








Según un trabajo de investigación a nivel regional, la Argentina no combate a los grandes narcotraficantes y“sobreactúa” la lucha contra este delito encarcelando sobre todo a consumidores y a pequeños punteros. El estudio, que también analiza la situación en otros siete países de América Latina, fue coordinado por dos prestigiosas ONG internacionales: el Trasnational Institute (Holanda) y la Oficina en Washington para Asuntos Latinoamericanos (Estados Unidos). La investigación asegura, basándose en testimonios de presos, que el sistema penal argentino vincula en las causas por droga a “gente inocente o inventa procedimientos”.
El trabajo, presentado ayer en la Universidad de Palermo, tuvo como objetivo comparar en qué medida contribuyó el endurecimiento de las leyes antinarco con la crisis carcelaria de toda la región, y determinar también el perfil de las personas detenidas por delitos vinculados a drogas.
El capítulo argentino fue realizado por Raúl Corda (abogado, docente, investigador de la UBA). Corda concluye que, en el marco del combate contra el narcotráfico en la Argentina (país al que considera de “transito”), “las autoridades encarcelan a los actores menores, en vez de enfocarse en los grandes traficantes”. También resalta que la legislación penal acentuó sus aspectos represivos a partir de la década del setenta y que la misma recayó, sobre todo, en consumidores y otros “pequeños actores” (como por ejemplo, vendedores, “mulas” o transportistas transfronterizos). Esta política, dice, solo permite “éxitos momentáneos” y no contribuye a la solución del problema La investigación sostiene que “la población penitenciaria se incrementó de forma constante desde la recuperación de la democracia”. Según el trabajo, la cifra de detenidos creció en un 75 por ciento entre 1997 (29.690 detenidos) y 2007 (52.457). Tras aprobarse en 1989 la Ley 23.737 (que incrementó las penas), la población carcelaria por delitos de drogas subió a partir de los noventa, hasta representar alrededor de un tercio de la población en cárceles federales.
En la Argentina, la ley 23.737 no persigue el consumo de drogas pero sí su tenencia . En agosto de 2009, la Corte Suprema declaró inconstitucional el artículo 14 inciso segundo de esta ley, que castiga la tenencia para consumo personal. Sin embargo, la legislación no se modificó, por lo cual las detenciones por este delito se siguen produciendo y los procesos judiciales se continúan abriendo, aún cuando en última instancia sean desechados invocando aquel fallo del máximo tribunal.
Las mujeres y los extranjeros son la franja de la población más representativa entre los presos por drogas. Llama la atención el incremento sostenido en la cantidad de detenidas. “Todo parece indicar que muchas de estas mujeres entraron al tráfico como una forma de resolver los problemas económicos que debían afrontar como cabeza de familia, en ocasiones numerosas”, describe Corda.
Corda propone que muchas de estas personas deberían recibir otras respuestas de parte del Estado y penas alternativas a la cárcel: “Pues una vez en libertad, ese pasado les impide en muchos casos conseguir trabajo”.

Fonte: Clarín

sábado, 26 de junho de 2010

Prevenção é a aposta mineira para o combate às drogas

Atividades culturais e esportivas marcam o Internacional Contra o Abuso e o Tráfico de Drogas Ilícitas

Luciane Evans - Estado de Minas

O consumo de crack e cocaína avança na América do Sul, como alertou nesta semana o Relatório Mundial Sobre Drogas 2010, das Nações Unidas. O Brasil é o maior mercado sul-americano, com 900 mil usuários. Nas universidades de 27 capitais brasileiras, inclusive em Belo Horizonte, 49% dos estudantes confessam ter experimentado drogas pelo menos uma vez na vida. Em Minas Gerais, somente no ano passado, dos 1.117 pacientes atendidos no Centro Mineiro de Toxicomania (CMT) da Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig), 39,21% eram viciados em crack. Os números são cada vez mais alarmantes e, neste sábado, dia Internacional Contra o Abuso e o Tráfico de Drogas Ilícitas, os esforços se concentram em mudar essa realidade, apostando na prevenção, com o esporte e a cultura como armas.

A Secretaria Estadual de Esportes e da Juventude (SEEJ) /Subsecretaria Estadual Antidrogas, em parceria com a Organização Não-Governamental (ONG) Terra da Sobriedade, promove, na Orla da Pampulha, um dia de atrações culturais e esportivas, entre elas a apresentação do Tambolelê. A expectativa é de que mais de 1 mil pessoas participem. Haverá também o terceiro passeio Pedalando Pela Vida, que espera reunir cerca de 100 ciclistas.

Nesta semana, a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), em parceria com o Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), divulgou o 1º Levantamento Nacional sobre Uso de Álcool, Tabaco e Outras Drogas. Foram entrevistados 18 mil universitários, e 49% revelaram já ter experimentado drogas ilícitas alguma vez na vida. A pesquisa foi feita entre as universidades dos 27 capitais brasileiras. Em BH, participaram do estudo as universidades Federal de Minas Gerais (UFMG), Estadual de Minas Gerais (Uemg) e Fumec, além do Centro Universitário Newton Paiva.

Drogas ilícitas

Para lembrar a data, a Comissão de Controle do Tabagismo, Alcoolismo e Uso de Outras Drogas, da Associação Médica de Minas Gerais (Contad-AMMG) fez, nesta semana, um alerta contra o álcool e o fumo. Médicos da AMMG foram em um popular botequim da capital para medir o teor de álcool e monóxido de carbono no ar expirado por clientes e funcionários.


Segundo pesquisa divulgada na segunda-feira pelo Ministério da Saúde (Vigitel 2009), 15,5% da população brasileira fuma. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), 2,6 mil não fumantes morrem a cada ano no Brasil devido a doenças provocadas pelo tabagismo passivo. O número de brasileiros que admitem consumir álcool em excesso passou de 16,2% da população, em 2006, para 18,9%, em 2009. Entre os jovens de 18 a 24 anos, o percentual de abuso de bebidas alcoólicas é ainda maior: 23%.

Fonte: Portal Uai
 

Relatório Mundial sobre Drogas 2010 revela tendências de novas drogas e de novos mercados


23 de junho de 2010 - O Relatório Mundial sobre Drogas 2010, divulgado nesta quarta-feira pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), mostra que o consumo de drogas está se deslocando em direção a tendências de novas drogas e de novos mercados. O cultivo de drogas está diminuindo no Afeganistão (ópio) e nos países andinos (coca), e o consumo de drogas tem se estabilizado nos países desenvolvidos. Entretanto, há sinais de aumento no consumo de drogas nos países em desenvolvimento, além de um aumento no consumo de substâncias do tipo anfetamina (ATS, na sigla em inglês) e no abuso de medicamentos sob prescrição em todo o mundo.

Redução do cultivo de ópio e de coca

O Relatório mostra que a oferta mundial dos dois tipos de drogas mais problemáticos - opiáceos e cocaína - continua em declínio. A área global de cultivo de ópio caiu quase um quarto (23%) nos últimos dois anos, e a produção de ópio deve cair drasticamente em 2010, devido a uma praga que pode destruir até um quarto da papoula do Afeganistão. O cultivo de coca, que diminuiu 28% na última década, manteve a tendência de queda em 2009. A produção mundial de cocaína diminuiu de entre 12% e 18% no período de 2007 a 2009.

Heroína: diminuição da produção, mas poucas apreensões

O potencial global de produção de heroína caiu 13% para 657 toneladas em 2009, refletindo uma menor produção de ópio no Afeganistão e em Mianmar. A quantidade de heroína que efetivamente chega ao mercado é muito menor (cerca de 430 toneladas), uma vez que grandes quantidades de ópio estão sendo armazenadas. O UNODC estima que existam atualmente mais de 12 mil toneladas de ópio afegão estocadas - o que equivale a cerca de dois anos e meio de demanda global ilícita de opiáceos.

O mercado global de heroína, estimado em US$ 55 bilhões, está concentrado no Afeganistão (país responsável por 90% da oferta), na Rússia, no Irã e na Europa Ocidental, que, juntos, consomem metade da heroína produzida no mundo.

Embora o Afeganistão seja o maior produtor de opiáceos do mundo, o país apreende menos de 2% dessa produção. Irã e Turquia lideram os índices de apreensão, sendo responsáveis por mais da metade de toda a heroína apreendida no mundo em 2008. As taxas de interceptação em outros lugares são muito menores. Ao longo da rota do norte, os países da Ásia Central somente apreendem meros 5% das 90 toneladas de heroína que cruzam seu território em direção a Rússia. Por sua vez a Rússia, que consome 20% da produção de heroína do Afeganistão, apreende apenas 4% desse fluxo. Os números são ainda piores ao longo da rota dos Bálcãs: alguns países do Sudeste da Europa, incluindo estados membros da União Europeia, interceptam menos de 2% da heroína que atravessa seu território.

O mercado de cocaína está mudando

O Relatório Mundial sobre Drogas 2010 revela que o consumo de cocaína tem diminuído significativamente nos Estados Unidos, nos últimos anos. O valor de varejo no mercado de cocaína nos Estados Unidos diminuiu cerca de dois terços na década de 1990, e cerca de um quarto na década passada. "Um dos motivos para a violência associada às drogas no México é que os carteis estão lutando por um mercado que está diminuindo", disse o Diretor Executivo do UNODC, Antonio Maria Costa. "Essa disputa interna é benéfica para a América, pois a escassez de cocaína está resultando em menores índices de dependência, preços mais elevados e menor pureza nas doses".

De certa forma, o problema atravessou o Atlântico: na última década, o número de usuários de cocaína na Europa duplicou, passando de 2 milhões, em 1998, para 4,1 milhões em 2008. Em 2008, o mercado europeu (estimado em US$ 34 bilhões) chegou a ser quase tão valioso quanto o mercado norte-americano (US$ 37 bilhões). A mudança na demanda acarretou uma mudança nas rotas de tráfico, com uma quantidade crescente de cocaína sendo traficada dos países andinos para a Europa, via África Ocidental. Isso está causando instabilidade na região. "Pessoas que consomem cocaína na Europa estão destruindo florestas nativas dos países andinos e corrompendo governos na África Ocidental", disse Costa.

Uso de drogas sintéticas ultrapassa o de opiáceos e de cocaína somados

O número global de pessoas que usam estimulantes do tipo anfetamina (ATS), estimado em algo entre 30 a 40 milhões, em breve deverá ultrapassar o número somado de usuários de opiáceos e de cocaína. Há também evidências de um crescente abuso de medicamentos vendidos sob prescrição médica. "Não vamos resolver o problema mundial da droga se simplesmente empurrarmos o vício da cocaína e heroína para outras substâncias que causam dependência - e há quantidades infinitas dessas substâncias sendo produzidas por laboratórios clandestinos a custos baixíssimos", advertiu Costa.

O mercado das ATS é mais difícil de ser controlado porque a rota do tráfico é muito curta (a produção geralmente ocorre perto dos principais mercados de consumo), e pelo fato de que muitas das matérias-primas são legais e amplamente disponíveis. Os fabricantes são rápidos na comercialização de novos produtos (como quetamina, piperazinas, Mefedrona e Spice) e na exploração de novos mercados. "Essas novas drogas causam um problema duplo. Primeiramente, elas são produzidas num ritmo muito mais rápido do que as normas regulatórias e a lei podem acompanhar. Em segundo lugar, a comercialização dessas drogas é engenhosamente inteligente, pois são fabricadas sob encomenda, de modo a satisfazer as preferências específicas de cada situação", disse Costa.

O número de laboratórios clandestinos de ATS relatados aumentou 20% em 2008, inclusive em países onde esses laboratórios nunca antes haviam sido detectados.

A fabricação de ecstasy tem aumentado na América do Norte (principalmente no Canadá) e em várias partes da Ásia, e o consumo parece estar aumentando na Ásia. Em outra demonstração da fluidez dos mercados de drogas, o consumo de ecstasy na Europa vem caindo desde 2006.

A maconha continua sendo a droga mais popular do mundo

A maconha continua sendo a substância ilícita mais amplamente produzida e utilizada no mundo: é cultivada em quase todos os países do mundo e consumido por algo entre 130 a 190 milhões pessoas pelo menos uma vez por ano - apesar de esses parâmetros não dizer muito em termos de dependência. O fato de que o consumo de maconha esteja diminuindo em alguns de seus mercados mais valiosos, leia-se América do Norte e partes da Europa, ele representa outra indicação de mudança nos padrões do abuso de drogas.

O UNODC encontrou evidências de cultivo indoor de maconha para fins comerciais em 29 países, especialmente na Europa, na Austrália e na América do Norte. O cultivo indoor de maconha é um negócio lucrativo e que, cada vez mais, se torna uma fonte de recursos para grupos criminosos. Com base em dados recolhidos em 2009, o Afeganistão é hoje o maior produtor mundial de haxixe (assim como de ópio).

Tratamento para dependentes é insuficiente

O Relatório Mundial sobre Drogas 2010 expõe uma grave falta de serviços de tratamento para usuários de drogas em todo o mundo. "Enquanto pessoas de países ricos podem pagar pelo tratamento, pessoas pobres e/ou países pobres estão enfrentando as piores consequências à saúde", alertou o chefe do UNODC. O relatório estima que, em 2008, apenas cerca de um quinto dos usuários de drogas dependentes receberam tratamento no ano passado - o que significa cerca de 20 milhões de pessoas dependentes de drogas sem receber tratamento adequado. "Já está na hora de haver acesso universal ao tratamento para as drogas", disse Costa.

Ele considera que a saúde é a peça-chave no controle de drogas. "A dependência é um problema de saúde tratável, não uma sentença morte. Os dependentes de drogas devem ser encaminhados para tratamento, não para a prisão. E o tratamento da dependência de drogas deve fazer parte dos serviços de saúde em geral".

Ele também fez um apelo por um maior respeito pelos direitos humanos. "Só porque as pessoas usam drogas ou estão atrás das grades, isso não elimina seus direitos. Faço um apelo aos países onde as pessoas são executadas por crimes relacionados com drogas, ou pior, são mortos a tiros por grupos de extermínio, para acabar com essas práticas".

Sinais de alerta nos países em desenvolvimento

Costa destacou os perigos do uso de drogas nos países em desenvolvimento. "As forças do mercado já moldaram as dimensões assimétricas da economia da droga: os maiores consumidores de drogas (os países ricos) impuseram aos países pobres (os principais locais de abastecimento e de tráfico) os maiores danos", disse Costa. "Os países pobres não estão em condições de absorver as consequências do aumento do consumo de drogas. Os países em desenvolvimento enfrentam uma crise iminente que poderá levar milhões de pessoas para o problema da dependência de drogas".

Ele citou como exemplos o crescimento do consumo de heroína na África Oriental, o aumento do uso de cocaína na África Ocidental e na América do Sul e o aumento na produção e no abuso de drogas sintéticas no Oriente Médio e no Sudeste Asiático. "Nós não vamos resolver o problema mundial da droga deslocando o consumo dos países desenvolvidos para os países em desenvolvimento", disse Costa.

Tráfico de drogas e instabilidade

O Relatório Mundial sobre Drogas 2010 traz um capítulo especial sobre a influência desestabilizadora do tráfico de drogas nos países de trânsito, focando em particular no caso da cocaína. Ele mostra como o subdesenvolvimento e a fragilidade dos governos atrai o crime, ao mesmo tempo em que o crime aprofunda a instabilidade. O documento mostra como a riqueza, a violência e o poder do tráfico de drogas podem comprometer a segurança e até mesmo a soberania dos estados. A ameaça à segurança instaurada pelo tráfico de drogas esteve na pauta do Conselho de Segurança das Nações Unidas em diversas oportunidades no ano passado.

Embora a violência relacionada às drogas no México receba uma atenção considerável, o Triângulo Norte da América Central, composto por Guatemala, Honduras e El Salvador está sendo ainda mais afetado, com taxas de homicídio muito mais elevadas do que as do México. O Relatório diz que a Venezuela emergiu como um ponto importante de origem para a cocaína traficada para a Europa: entre 2006 e 2008, mais da metade de todos os carregamentos marítimos interceptados com cocaína para a Europa veio da Venezuela.

O Relatório destaca a situação de instabilidade na África Ocidental, que se tornou um centro de tráfico de cocaína. O documento observa que "traficantes conseguiram cooptar figuras importantes de algumas sociedades de regime autoritário", citando o caso recente da Guiné-Bissau.

Costa pediu mais desenvolvimento para reduzir a vulnerabilidade ao crime e para um maior esforço na aplicação da lei para lidar contra o tráfico de drogas. "Se não enfrentarmos de forma efetiva a ameaça representada pelo crime organizado, nossa sociedade será mantida como refém - e o controle de drogas ficará comprometido por reiteradas manifestações para acabar com as convenções de drogas da ONU, as quais críticos apontam como causa da criminalidade e da instabilidade. Isso irá desfazer o progresso conquistado pelo controle de drogas na última década e desencadear um desastre em termos de saúde pública", alertou. "A menos que a prevenção e o tratamento sejam levados mais a sério, o apoio da opinião pública para as convenções de drogas da ONU irá diminuir".

Informações adicionais

Marcos Ricardo dos Santos

Assessoria de Comunicação - UNODC Brasil e Cone Sul

Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime

Tel: +55 (61) 3204-7206

Cel: +55 (61) 9149-0973

Fonte: UNODC Brasil e Cone Sul

quinta-feira, 10 de junho de 2010

ATENÇÃO PMMG !!! Pesquisa sobre carreira jurídica dos oficiais pode apontar nível de satisfacão dos policiais

Um dos temas mais polêmicos atualmente, a carreira jurídica dos oficiais, parece que vai esquentar ainda mais o debate, com a proximidade das eleições na disputa pela preferência dos eleitores, e será no jogo político que tudo será decidido.

Um dos temas do programa revista geral, transmitido no dia 09 de junho às 20 horas, com a participação do vereador Cb Júlio, Ten Cel Mendonça, e outros convidados, mas pelo que vimos a briga está somente começando.

Sabemos que há muita implicações e ate graves consequencias se a proposta de emenda complementar 059 for aprovada, por isso postamos uma pesquisa em formato de enquete no blog, para podermos mensurar o pensamento e a opinião dos policiais militares sobre o tema.

Neste sentido pedimos a todos os leitores e internautas que acessem o blog do Sgt Barbosa no endereço segurancacidadaniaedignidade.blogspot.com e participe dando seu voto, para assim podermos saber de modo mais concreto sua opinião.

Sua participação na pesquisa pode fazer a diferença e ser o termômetro sobre esta pretensão dos oficiais e suas consequencias para a profissão de policial militar.

Contamos com sua participação e o apoio de todos, e pedimos que divulgue para seus contatos, para que com um numero expressivo possamos encaminhar documento ao comando sobre o que pensam os policiais militares sobre a proposta, contrapondo assim a meia dúzia de cabeças iluminadas que concordaram com mais esta flagrante elitização de uma parte da carreira de policial militar.

Um fraterno abraço e agradecemos a sua participação, pois é no exercício livre e pleno da cidadania que seremos ouvidos e ter respeitada nossa nossa opinião.