segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Crise na PM do ES: A urgência de se ter um programa nacional de Estado, e não de governo, para a segurança pública.
sábado, 24 de outubro de 2009
O governador do Rio está certo, duas polícias é uma esquizofrenia
Infelizmente foi necessário que a exposição que a Copa do Mundo e as Olimpíadas já estão trazendo ao Brasil mostrasse de forma mais clara ao mundo a crise de segurança pública que assola e traumatiza o país do futebol.
O governador do Rio de Janeiro foi muito feliz ao criticar esse sistema policial "made in brazil" que há muito tempo tem dado provas de sua falência. Espera-se que com esse investimento nos grandes eventos mundiais esportivos que se realizará em terras brasileiras, os dirigentes e a sociedade dicidam reformar a estrutura de segurança pública de forma profunda, eficaz e eficiente.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Criação da polícia penitenciária
Agentes se mobilizam pela ciação da polícia penal ou penitenciária
Uma nova polícia a caminho
Notícias - Direito Constitucional
Quarta-feira, 28 de Dezembro de 2005
De acordo com a proposta, as polícias penitenciárias terão a incumbência de:
- supervisionar e coordenar as atividades ligadas, direta ou indiretamente, à segurança interna e externa dos estabelecimentos penais;
A proposta agora será encaminhada a uma comissão especial que analisará o seu mérito. Depois, seguirá para votação pelo Plenário.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Modernidade, ainda que tardia...
Colhendo os frutos da prevenção...
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Comentário de André Silva: Policiamento Comunitário, uma realidade.
domingo, 20 de setembro de 2009
Documentário "Sequestro" da Divisão Anti Sequestro da Polícia Civil de São Paulo
Trailer Oficial do Documentário de Longa Metragem de Wolney Atalla. Premiere brasileira dia 25 de setembro as 17 hrs no Festival Internacional do Rio de Janeiro, Cine Odeon. Seção aberta ao público dia 28 de setembro as 15hrs.
Documentário rodado durante 4 anos acompanhando a Divisão Anti Sequestro da Polícia Civil de São Paulo. Durante o período de filmagem quase 400 pessoas foram sequestradas no estado. Algumas estão aqui contando sua história.
Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=ItISaPeu-QA
Imagens mostram fim de sequestro de menina de 6 anos
O documentário 'Sequestro' , de Wolney Atalla, mostra a angústia de parentes e os bastidores das operações de resgate das vítimas.
Imagine o que é acompanhar, durante quatro anos, o dia-a-dia da ação da polícia no combate a seqüestros. A tensão, o medo, a angústia, a coragem, os momentos de dor e os momentos de alegria. O trabalho resultou num documentário com cenas impressionantes que você vai ver agora.
“Ficamos de 2006 até 2009 junto com a polícia filmando”, explica o diretor do documentário Wolney Atalla.
O nome do documentário é "Sequestro". Em 96 minutos, mostra a angústia de parentes e de vítimas desse crime hediondo. Pessoas que ficaram até 87 dias longe de casa, num cativeiro, sofrendo todo tipo de ameaça.
“Houve umas quatro vezes em que eu achei que eles iam me matar, me cortar e me colocar num saco plástico. Cheguei num ponto de me enforcar, mas não tive coragem”, revela um homem feito refém.
“Nada foi recriado, nada foi montado para o filme. A gente nunca pediu para a polícia regravar uma cena ou para estourar um cativeiro de novo. Tudo que está no filme realmente aconteceu”, observa Atalla.
Fonte e matéria completa no Site Fantástico
Novo documentário a caminho sobre a violência nas favelas cariocas
Quanta tecnologia...
Sensor de tiros é um aliado da polícia norte-americana no combate ao crime.
Fonte: Fantástico
http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1311497-15605,00.html
Sugestão de livro - "Espirito Santo"

sábado, 19 de setembro de 2009
O nível de insegurança em Portugal
Saturday, April 25, 2009
PERGUNTA GENÉRICA:
CONCORDA EM ACABAR COM ALGUMA DESTAS LIBERDADES PARA MELHORAR A SEGURANÇA OU ECONOMIA DA PAÍS?
Resumindo: queremos os lugares com videovigilância, mas que no fim não servirão para nada pois a recolha de imagem, mesmo que levante suspeitas, ou apresente indícios de crime, nada adianta, pois não queremos um trabalho policial sem validação de um juíz, não podendo deter um suspeito para averiguar ou salvaguardar qualquer prova inicial e muito menos escusam de pedir o levantamento do sigilo bancário.
[Será que seria pedir muito, para contento do pessoal, e para se sentirem mais seguros, se fechássemos as portas, pelo menos, de sexta à tarde a segunda de manhã?]
Operação militar ou policiamento comunitário?
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Uma percepção de quem está na linha de frente...
Publicada em 15/09/2009 às 21h11m
A pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para avaliar o andamento do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci) ouviu 5,5 mil policiais militares, civis, comunitários e bombeiros em todo os estados. (Confira aqui o resultado da pesquisa sobre violência na percepção de comunidades e de policiais)
Além da polícia, foram pesquisadas as comunidades de sete locais onde já foram implantados "territórios da paz" - bairros onde há policiamento comunitário e programas sociais. Dentro da fatia de 60% a 65% de pessoas que conhecem o Pronasci, existe uma percepção de melhoria da segurança em geral. Porém, o Ministério da Justiça identificou dificuldades no quesito assassinatos: a maior parte da população em Benedito Bentes (AL), Vila Bom Jesus (RS) e Santa Inês (AC) avalia que os homicídios se agravaram. O governo pretende intensificar as ações nesses locais.
No Complexo do Alemão e Nova Brasília (RJ), os resultados da percepção da violência melhoraram. Entre março e junho deste ano, passou de 49% para 60% a parcela da comunidade que perceberam melhoras na incidência de assassinatos. Menos da metade da população nesse conjunto de favelas cariocas avaliou que houve melhora nas situações de espancamento (45%) e de violência contra mulheres e crianças (40%) - esses índices tiveram oscilação negativa no mesmo período.
O Ministério da Justiça não divulgou dados sobre a percepção de violência entre a população nos territórios da paz que não conhecem o Pronasci. A margem de erro é de cinco pontos percentuais para mais ou menos. Tampouco dividiu as análises dos policiais entre aqueles atuam ou não em áreas onde há projetos do Pronasci, um cruzamento que permitiria avaliar o programa.
- Não haverá uma mudança espetacular rápida. A melhoria efetiva nos índices de segurança aparecerão em 4 ou 5 anos. Não podemos criar a ilusão de que o aumento da força policial e da repressão vai diminuir a violência. Temos um largo caminho a percorrer, mas é o único possível - completou.
Para o ministro, a lógica que predominou no país de que a segurança seria estabelecida pela força e ocupação territorial está superada, mas a transição de modelo é lenta e difícil. Apesar de elogiar a prefeitura do Rio de Janeiro na gestão de Eduardo Paes (PMDB), ele avalia que o estado, governado por Sergio Cabral (PMDB), ainda enfrenta problemas. Ele não apresentou dados sobre a queda efetiva de crimes - as estatísticas ainda estão sendo compiladas - mas disse que já há melhoras objetivas no Complexo do Alemão. Homicídios ficaram estáveis ou aumentaram para 71% dos policiais
A pesquisa da FGV mostrou que 71% dos policiais brasileiros opina que os homicídios ficaram estáveis ou aumentaram em suas áreas de atuação. A tendência negativa é semelhante para a violência contra mulheres e crianças (63%) e roubos a domicílio (74%). Os casos de lesão corporal, ainda na visão da polícia, têm alto índice de percepção de estabilidade: 48%. E, no caso de ameaças armadas, 38% disseram acreditar numa piora.
Cerca de um quarto dos policiais avaliaram que a segurança em suas áreas de trabalho é tranquila e está dentro de limites normais. Outros 56% disseram viver uma situação "tensa", com enfrentamentos ocasionais, mas ainda sob controle. Atuam em condições "críticas e de difícil contenção da ordem" 16% da polícia brasileira.
Nas comunidades dos sete territórios pesquisados, a FGV apontou para uma melhora na percepção de crimes "mais graves" e uma ligeira redução na percepção de crimes "domésticos".
Relatório afirma que Brasil tem 10% dos homicídios do mundo
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Comentário por André Silva: Segurança Nacional x Segurança Pública
Comentário por André Silva: Presença "ianque" na América do Sul e a corrida armamentista
Alto investimento em inteligência e bases militares na Colômbia, alguma relação?
Uribe diz que não é corrida armametista. É somente segurança interna a presença 'ianque" também?
Se Uribe pode, Chávez pode, Morales pode, Lula pode...
Venezuela não vê inconveniência em informar sobre compra de armas
O satélite de Evo Morales? O amigo de Chávez?
O ocupação "ianque" e a corrida armamentista
...Irã que amava a Venezuela que amava a Rússia...
Agência Estado
Defesa nacional ou corrida armamentista?

A Rússia concordou em emprestar mais de US$ 2 bilhões para a Venezuela para a compra de armas, disse neste domingo o presidente venezuelano, Hugo Chávez. O crédito será usado para compra de 92 tanques e um sistema de lançamento de foguetes S-300 da Rússia. Em seu programa semanal na televisão Alo, Presidente, Chávez disse que as armas devem aumentar a capacidade de defesa da Venezuela.
Venezuela que amava Rússia que amava Irã...
Agência Estado
A Rússia abriu uma linha de crédito de US$ 2,2 bilhões para que a Venezuela compre veículos blindados e mísseis terra-ar, anunciou neste domingo o presidente venezuelano, Hugo Chávez.
O acordo foi selado na semana passada, quando o líder do país sul-americano visitou Moscou, mas os detalhes foram divulgados apenas neste domingo.
Chávez disse que seu país pretende comprar 92 tanques T-72 e sistemas Smerch de lançamento de mísseis.
Desde 2005, a Venezuela já comprou US$ 4 bilhões em armas e equipamentos bélicos da Rússia.
Segundo Chávez, seu país carece de novas armas para substituir equipamentos obsoletos e para preparar-se para a possibilidade de uma invasão por parte dos Estados Unidos.
Fonte: Portal Uai
http://www.uai.com.br/UAI/html/sessao_1/2009/09/13/em_noticia_interna,id_sessao=1&id_noticia=127247/em_noticia_interna.shtml
sábado, 12 de setembro de 2009
O submarino do tráfico e o submarino francês, Defesa Nacional, Segurança Pública e corrida armamentista?
AFP